quinta-feira, 4 de novembro de 2010

MADDIE... ESTEVE EM PORTUGAL?

A fotografia que acima se publica, se fosse tirada a uma criança de cara lavada, poderia ser referenciada como sendo de Maddie, o que não corresponde à verdade, porque se trata simplesmente de uma criança de etnia cigana... que até mostra alguma felicidade que não seria muito natural numa criança que houvesse sido tirada aos pais por um bando de tenebrosos traficantes de criancinhas... acreditando-se que comer criancinhas ao pequeno almoço apenas é atributo reconhecido aos Comunistas. Será que foram eles que a levaram?
Num relatório recente, de uma equipa de Investigadores Privados Europeus, conclue-se não haver fundamento para prosseguir buscas para localização de Madeleine Mc Cann.
O relatório assenta nos depoimentos de clientes do Ocean Club, em Lagos - Portugal, no momento do alegado desaparecimento de Maddie e de muitos habitantes da Aldeia da Luz, os quais referem unânimemente nunca ter visto a família Mc Cann com três crianças, mas sim com duas. Este facto foi escondido da opinião pública, sendo apenas conhecido das empresas de Comunicação que asseguraram a boa imagem pública da família Mc Cann.
O estudo, que se prevê sair dentro de alguns dias, antecipava até a dúvida sobre a própria existência da pequena Maggie. Com efeito, tendo ficado provado nos processos que Gerry não é pai biológico da menina, existem fortes indícios de que as amostras de ADN não sejam da criança, mas apenas da mãe. Tal situação explica, segundo os investigadores, a correspondência do sangue encontrado no veículo automóvel, alugado 21 dias depois do forjado "desaparecimento", com o da pretensa "mãe" de Maggie.
Por outro lado, segundo revela o relatório, não há qualquer indício de que o casal tenha entrado em Portugal com 3 crianças, nem foi, até agora, descoberto qualquer registo de nascimento de alguma criança com o nome de Madeleine Mc Cann, filha do casal.
Esta convicção dos investigadores assenta ainda em informações prestadas por amigos pessoais de Clarence Mitchel, porta voz do casal Mc Cann e de alguns dos seus colaboradores directos.
Segundo estes, "Maggie" - figura imaginária - seria um instrumento para a criação de um fundo de solidariedade internacional, projecto há muito desenhado pelos Mc Cann. Obtido esse fundo e resguardado o mesmo em sistema bancário seguro, os Mc Cann contratariam gabinetes de comunicação e advogados dos países envolvidos na operação, com o fim de os protegerem de uma eventual retaliação por parte dos beneméritos do referido fundo.
O esquema da operação compreenderia um fundo visível e um fundo privado da família Mc Cann, sendo que o montante que este geriria - e que corresponderia à maioria das dádivas - seria apenas conhecido do casal, pelo que desta forma o valor dos montantes doados que chegaria ao conhecimento público seria bastante inferior ao que efectivamente fosse recebido.
Estes factos são do conhecimento dos Governos dos países visitados pelos Mc Cann, quando fizeram o seu "roadshow" para obtenção de fundos. Daí que o casal nunca tenha sido oficialmente recebido, pois apesar de, em termos de opinião pública, ter sido referido que o Santo Padre Bento XVI teria recebido o casal em audiência privada, tal nunca aconteceu, havendo apenas uma fotografia que foi captada de forma sábia, na Praça de São Pedro, em Roma, onde aparentemente se vê o casal a ser saudado pelo Papa, quando este circulava a pé junto do público que semanalmente enche a referida Praça nos dias de audiência pública.
As autoridades policiais estão a proceder a análises deste relatório com a máxima descrição, procurando encontrar ligações entre os doadores dos fundos e as redes internacionais ligadas ao tráfico de armas e de estupefacientes e bem assim a investidores imobiliários de Marrocos e do Sul de França.